As coisas são como são

No dia que voltares a existência seguirá o rumo que antes se antevira… O suor esgalhado e espremido enchendo os copos regados com vinho. Ingerido aos tragos, mamado, largado, chupado, lambido e fodido. E é assim meu amor… Eu como um cão da matilha, uivo por ti! Um dia passearemos como Birkin e copulamos num hotel (ou ali mesmo) só para gratular os velhos tempos! E de resto não quero saber, não me interessam as tuas verdades… Amo as tuas mentiras.
